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Eduardo Guimarães

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Malu Gaspar admite erro com Moraes e Toffoli

Jornalista recua, admite ausência de provas e volta a apostar em fontes anônimas para sustentar novas acusações contra ministros do STF

Malu Gaspar admite erro com Moraes e Toffoli (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Em 1989, no dia da assinatura do próprio termo de impeachment, Fernando Collor de Mello, conforme saiu na imprensa à época, disse que “O tempo é o senhor da razão”. Foi o que ele fez de melhor na vida: uma frase.

Voltando ao presente. Na terça-feira (13 de janeiro), a jornalista de O Globo que colocou TODA a imprensa nacional contra Alexandre de Moraes há mais de um mês finalmente admitiu que não tem prova alguma contra o ministro.

A incrível peça de caradurismo veio embalada sob o seguinte título:

“Master: contrato milionário da mulher de Alexandre de Moraes previa atuação em órgão federal, mas…”

A conjunção coordenativa adversativa “mas” encerra todo o conteúdo da bazófia por trás do uso que ela faz do mero fuxico para fundamentar acusações aos seus alvos.

O “mas” da Malu encerra a admissão de que não encontrou droga nenhuma de prova de que Viviane Barci de Moraes firmou qualquer contrato com o Banco Master e prestou à instituição qualquer outro tipo de serviço.

Diz a jornalista, lá pelo nono parágrafo do seu mea-culpa involuntário, que todos os órgãos nos quais Viviane e sua banca cumpririam o tal “contrato” jamais “tiveram reunião consigo ou preposto seu para tratar da compra do Master pelo BRB nem para discutir outros casos relacionados ao banco”.

A autoproclamada jornalista deixa claro, portanto, que seu jornalismo se baseia em fuxicos. Senão, vejamos:

1 – acusou um ministro do STF de tráfico de influência

2 – não apresentou o contrato que a esposa dele teria firmado – divulgou apenas supostos trechos de um contrato-fantasma.

3 – não apresentou evidência de que ela tenha prestado qualquer serviço além de atuar em ação do banco contra jogador de rúgbi que teria caluniado a empresa Gafisa em março de 2024.

Agora, Malu Gasparzinho, a jornalista das fontes fantasmas, ataca de novo o mesmo STF que entrou na mira da imprensa de direita. Inventou uma “guerra” entre Toffoli e a PF. A prova? Três fontes que não querem se identificar.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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