Malu Gaspar admite erro com Moraes e Toffoli
Jornalista recua, admite ausência de provas e volta a apostar em fontes anônimas para sustentar novas acusações contra ministros do STF
Em 1989, no dia da assinatura do próprio termo de impeachment, Fernando Collor de Mello, conforme saiu na imprensa à época, disse que “O tempo é o senhor da razão”. Foi o que ele fez de melhor na vida: uma frase.
Voltando ao presente. Na terça-feira (13 de janeiro), a jornalista de O Globo que colocou TODA a imprensa nacional contra Alexandre de Moraes há mais de um mês finalmente admitiu que não tem prova alguma contra o ministro.
A incrível peça de caradurismo veio embalada sob o seguinte título:
“Master: contrato milionário da mulher de Alexandre de Moraes previa atuação em órgão federal, mas…”
A conjunção coordenativa adversativa “mas” encerra todo o conteúdo da bazófia por trás do uso que ela faz do mero fuxico para fundamentar acusações aos seus alvos.
O “mas” da Malu encerra a admissão de que não encontrou droga nenhuma de prova de que Viviane Barci de Moraes firmou qualquer contrato com o Banco Master e prestou à instituição qualquer outro tipo de serviço.
Diz a jornalista, lá pelo nono parágrafo do seu mea-culpa involuntário, que todos os órgãos nos quais Viviane e sua banca cumpririam o tal “contrato” jamais “tiveram reunião consigo ou preposto seu para tratar da compra do Master pelo BRB nem para discutir outros casos relacionados ao banco”.
A autoproclamada jornalista deixa claro, portanto, que seu jornalismo se baseia em fuxicos. Senão, vejamos:
1 – acusou um ministro do STF de tráfico de influência
2 – não apresentou o contrato que a esposa dele teria firmado – divulgou apenas supostos trechos de um contrato-fantasma.
3 – não apresentou evidência de que ela tenha prestado qualquer serviço além de atuar em ação do banco contra jogador de rúgbi que teria caluniado a empresa Gafisa em março de 2024.
Agora, Malu Gasparzinho, a jornalista das fontes fantasmas, ataca de novo o mesmo STF que entrou na mira da imprensa de direita. Inventou uma “guerra” entre Toffoli e a PF. A prova? Três fontes que não querem se identificar.
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.



